| Ferramenta
de simulação computacional utilizada no processo
de produção mostra-se altamente eficaz na redução
de custos e aumento da qualidade do aço
No dia 19 (sexta-feira) a SMARTtech, distribuidora de software
para Engenharia, vai realizar um seminário na área
de Siderurgia com o software de simulação ABAQUS.
Além do Brasil, somente a Argentina distribui a ferramenta
na América Latina, por isso o especialista Gustavo
Sànchez Sarmiento da Universidade de Buenos Aires é
convidado a falar sobre 'Modelagem Computacional de Processos
de Metalurgia com o ABAQUS'.
Com mais de 80 trabalhos publicados internacionalmente, Sarmiento
é um grande especialista em metalurgia, siderurgia
e processamento de metais. Destinado a profissionais dessas
áreas, o seminário abordará temas como
modelamento de processo de estampagem metálica, comportamento
estrutural do ferro fundido, análise térmica
de um distribuidor (tundish) de ferro fundido, análise
de tensões em alto-fornos e vasos de pressão
e modelamento do processo de tratamento térmico, com
apresentação de cases desenvolvidos em equipamentos
e plantas no Brasil, Argentina e México, como Siderar,
Companhia Siderúrgica de Tubarão e Orinoco.
O seminário será no Address Flat Service (rua
Amauri, 513, Jardins, São Paulo), a partir das 8h30.
As inscrições são gratuitas e podem ser
feitas por telefone 11 3168-3388 ou pelo e-mail jacqueline@smarttech.com.br.
A simulação computacional oferecida por softwares
como o ABAQUS tem mostrado eficiência na busca por processos
otimizados que resultam em produtos de melhor qualidade, com
menor custo e tempo reduzido de fabricação.
Segundo o professor doutor Gustavo Sànchez Sarmiento,
responsável pelo Laboratório de Simulação
Computacional da Universidade de Buenos Aires, a utilização
do ABAQUS tem ajudado siderúrgicas de todos os portes
nos mais diversos processos que envolvem a produção
de chapas, barras e outros produtos em aço.
"Na laminação existe uma grande quantidade
de parâmetros que determinam a qualidade da chapa",
explica o professor. "Antigamente, isso era feito manualmente,
sem embasamento científico e, por isso, acertar a qualidade
do produto era demorado. Hoje, com a ajuda da tecnologia de
simulação, o processo é mais rápido
e a qualidade assegurada", diz. |