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Estatísticas da Construção Metálica

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ABCEM Estatísticas 2017 Estatísticas da Construção em aço 2008-2014

Relevância e Precauções

  • A estatística dimensiona a representatividade da Associação e atende à demanda para comunicação.
  • As informações estatísticas são insumos fundamentais para o planejamento estratégico.
  • Sindicatos, associações e seus membros devem tomar extrema cautela quando coletam e disseminam informações comercialmente sensíveis, como preços atuais e futuros, participações de mercado, custos, níveis de produção, planos de crescimento, política de descontos, entre outras (*).
  • As informações não devem permitir a identificação de dados de empresas individuais (*).
(*) Combate a Cartéis em Sindicatos e Associações (2009)
www.cade.gov.br/acesso-a-informacao/publicacoes-institucionais/documentos-da-antiga-lei/cartilha_sindicatos.pdf/view

Estruturas de aço

  • Em 2013, a Produção Industrial Anual (PIA Produto) do IBGE confirma consumo de cerca de dois milhões de toneladas/ano de aço em estruturas, pontes e torres.
  • O consumo de aço revestidos em Zn e liga Al-Zn para construção civil atinge a um milhão de toneladas.
  • O recorde de consumo aparente de aço total no pais foi de 28 milhões t em 2013.
  • O consumo aparente de produtos siderúrgicos alcançou 18,2 milhões de toneladas em 2016, sendo 14,4% inferior ao registrado no ano anterior.
  • A previsão de consumo aparente de produtos siderúrgicos para 2016 é de 18 bilhões de t (equivalente ao de 2006), queda de 35,7% que poderá ter repercutido também no consumo de aço para construção civil.

Coberturas, Steel Deck e Drywall

  • O consumo aparente de aços revestidos com Zn e Liga Al-Zn no período 2012 a 2014 está compatível com as aplicações identificadas no IBGE para perfis formados a frio e para telhas no mesmo período.
  • O produto IBGE 2532.2070 contempla telhas de aço e alumínio mas a pesquisa Criactive indica que a participação entre os dois é de no máximo 5% para o Al .

Importações de estruturas e coberturas em aço

  • Apesar da retração do consumo em 2009, as importações iniciaram processo de alta demonstrado no crescimento do coeficiente de penetração de estruturas do exterior.
  • Utilizando-se os dados do IBGE e da Secex, foi possível avaliar a participação das importações no consumo aparente do setor: evoluiu de 2,8% em 2008 para 14,1% em 2013 (coeficiente de importação).
  • Em 2016, houve importação de 6.108 t de pontes proveniente da China e desembarcadas em Bacarena/PA.
  • Em 2013/2014, houve importação de 52.366 t torres provenientes da China, 86% desembarcadas em Fortaleza, Suape, Ilhéus, Rio de Janeiro, Sepetiba e Santos.
  • A forte depreciação do real em 2015 - a moeda doméstica depreciou-se 28,8%, em termos reais, frente ao dólar –, em um contexto de desaceleração da demanda doméstica, pode ter contribuído para o movimento de queda das importações.
  • As importações foram originárias preponderantemente de 11 países com desembarque concentrado em 15 municípios.

Fontes

Aço Brasil - Documento Anual “Mercado Brasileiro de Aço - Análise Setorial e Regional” Neoway Criactive - Perfil dos Fabricantes 2012 / 2016 IBGE - Produção Industrial Anual (PIA Produto) - outubro 2016 MDIC/SECEX (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio / Secretaria de Comércio Exterior)

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