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Newsletter ABCEM nº 32  -  05/09/2007     
   
 

Na abertura do evento, o presidente da ABCEM, José Eliseu Verzoni, mostrou os números do CONSTRUMETAL 2008 que, além de um Programa amplo de conferências internacionais e palestras técnicas e comerciais nacionais, terá uma Exposição paralela com 38 estandes.

Christiano da Cunha Freire, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) e do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), foi o palestrante do 4º Café da Manhã ABCEM, realizado dia 21 de agosto, no Blue Tree Convention Ibirapuera.

Os temas abordados por Cunha Freire a um público específico do setor da Construção Metálica foram: Visão diferenciada; Infra-estrutura logística; Profissionalização da distribuição Centros de serviços e cesta de produtos; Conhecimento da indústria; Grandes financiadores; Números da distribuição e Perspectivas de mercado.

Segundo Cunha Freire, o distribuidor de aço tem uma visão pormenorizada do mercado, buscando constantemente identificar e atender às necessidades dos clientes.

Centros de serviços (telhas, tapamentos laterais, painéis arquitetônicos, forros, portas e portões, esquadrias, eletrocalhas, estruturas metálicas leves, entre outros), Centros de comercialização e entrepostos, construção de terminais ferroviários e, modernização da frota de caminhões são, de acordo com o presidente do Inda e do Sindisider, alguns dos investimentos realizados pelos distribuidores de aço, para a melhoria da infra-estrutura logística.

A profissionalização da distribuição é uma importante estratégia para alavancar a construção metálica no país, pois os distribuidores podem transformar o aço em produtos personalizados para arquitetos e construtores.

Ainda segundo Cunha Freire, os Setores Automotivo, de Indústrias de Bens de Capital, Metalúrgica de Transformação e de Material de transportes, além do Mercado da Construção civil, são segmentos que a distribuição conhece bem.


Para ele, os distribuidores de aço são grandes financiadores, pois permitem que seus fornecedores e clientes trabalhem com o menor estoque possível, financiando ainda a indústria metalúrgica de médio e pequeno portes – aquelas que mais empregam. Abastecem também, o mercado em períodos de dificuldades na produção ou exportações elevadas, como o estresse ocorrido no 1º trimestre deste ano.



Perspectivas de mercado

Para o Inda e Sindisider, o maior potencial de crescimento do consumo de aço no Brasil está na construção civil, motivado pelo nosso déficit habitacional, pela ampliação de áreas comerciais e industriais (devido ao crescimento econômico) e, finalmente pela necessidade de investimentos em infra-estrutura.

As duas instituições projetam, para 2007, crescimento de vendas entre 15 e 20% em relação a 2006, totalizando entre 3,02 e 3,15 de milhões de toneladas.

 
     
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